Eriberto Henrique
POEMAS, CONTOS, LOUCURA, FANTASIA E MUITA REALIDADE. O universo virado do avesso em busca de um amor intenso, uma paixão sincera, onde cada segundo da vida tenho o sentido da eternidade.
terça-feira, 10 de novembro de 2020
sábado, 22 de dezembro de 2018
sábado, 23 de junho de 2018
SEMENTES PODRES
SEMENTES PODRES
Luzes,
Lentes,
Máquinas
fotográficas,
E holofotes,
Tudo voltado para a
calamidade pública,
Que necrosa os
nossos ouvidos
E a nossa visão.
Sinceramente,
Merecemos muitos
mais do que isso,
Muito mais do que
sementes podres,
Plantadas no asfalto
que fervilha.
É preciso coragem!…
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
DA JANELA
Estou viciado em sentimentos,
Olho em tudo em minha volta e fico procurando os sentidos,
As razões,
Os apelos e não apelos até das folhas secas no quintal.
Mas eu lembrei que não tenho mais quintal,
Da janela só vejo asfalto e calcinhas penduradas nas janelas,
Da janela,
Só vejo a esperança de dias melhores,
Seguindo os rastros de pardais, que já sobrevoaram essa rua.
Eriberto Henrique, Jabotão-PE. 01 de Setembro de 2017.
Por mais de 500 anos em coma
Muitas
reivindicações, palavras ditas ao calor da revolta, de um povo cansado da
chibata, cansado da grande senzala que se tornou o país, que cresceu nos
jeitinhos de saqueadores, exploradores de novas terras, burgueses e reis
falidos, que encontraram na Ilha de Vera Cruz, uma possibilidade de voltar as
suas riquezas. Uma pátria rica e violentada desde 1500, que passou por
revoluções e teve sua independência comprada, e forjou seu povo a base de
preconceitos e interesses pessoais. Religiões, crenças, mitos, o Brasil virou
uma mão solteira de braços abertos, um lugar de fronteiras curtas esperando um
novo visitante fazer morada, um país de muitas raças e muito racismo, onde a
violência deu lugar ao diálogo.
Chegamos aqui, em século que nem
acreditávamos que viveríamos, olhando pelas janelas de nossas almas, um Brasil
de bandeiras hasteadas, tentando um novo futuro, para se redimir de um passado.
Fico aqui pensando o que Dom João faria, ao chegar no Brasil e vê os índios e
com suas flechas dizendo, fora daqui, mas deixando nosso passado de lado, o que
vejo é as tribos de agora nas ruas, dizendo para os reis que em nosso país não
existe monarquia, que somos realmente uma democracia, que fala, que escuta e
que vê, que tem capacidade de tornar seus sonhos realidade, e refletir na pele
as cores de nosso país. Porque esse é o nosso lugar, porque aqui nascemos, com
todas as dificuldades e tropeços, somos brasileiros de nacionalidade, querendo
ou não, temos responsabilidade com nossa herança.
Que as pautas estejam na mesa, que os diálogos sejam
decisivos e sinceros, que a paz e o bem estar da nação, estejam em primeiro
lugar, que juntos possamos escrever uma nova história, de um começa que já virou
piada. Não somos o país do futebol, somos o país do futuro, um gigante que por
mais de 500 anos, permaneceu em estado de coma.
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
GRANDES HOMENS CONSTROEM SEUS DESTINOS
GRANDES
HOMENS CONSTROEM OS SEUS DESTINOS
Sinopse:
Quando ler Eriberto Henrique
sinta-se como um cão de guerra, lutador, que nunca desiste. Com altruísmo e
cabeça erguida esbravejando a vida, que é uma constante de árduas batalhas.
Leiam com a alma aberta, pois
as palavras desse livro podem fazer você perceber, que o impossível é um
pretexto para lutar com mais determinação.
Cão
de Guerra!
POEMAS DO FIM DO MUNDO
De Eriberto Henrique
Editora Autografia
Poemas
ISBN 978-85-518-0164-2
88páginas
Contato:
Luiza Miceli
luiza@autografia.com.br
Editora Autografia – (21)
3556-8883
Eriberto Henrique lança livro com poemas reflexivos sobre fim de
um ciclo
Em
Poemas do Fim do Mundo, Eriberto
Henrique reúne uma série de poemas que foram escritos por ele durante boatos,
por uma profecia, de que o mundo estava chegando ao fim. O autor produziu
textos reflexivos sobre sua vida e tudo ao redor, em tom de despedida,
encerrando um ciclo e recebendo um novo mundo.
Com
palavras tocantes, Poemas do Fim do Mundo
fala de diversas vidas, com assuntos dos mais profundos aos mais
“ordinários”, das pessoas que vêm e que vão. Utilizando
figuras de linguagem como metáforas e rimas, Eriberto prende o leitor e faz
pensar, ao mesmo tempo em que entretém. É o livro perfeito para carregar a todo
canto e para ser lido a qualquer momento.
“SUBLINHADAS
Amor que não
fica voa para onde não sabe,
Segue como
veleiro sem levas
Em um mar de
águas turbulentas.
Pássaro sem
ninho num inverno rigoroso,
Que treme de
frio,
Frio mais que
frio,
Congelando veias
pós-modernas,
Em poesias
sublinhadas
Nas linhas do
destino.”
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